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domingo, 22 de maio de 2011

Amor é não precisar de nada.

 "O amor não lembra do que precisa. Amor é não precisar de nada. É precisar do que acontece depois do nada, ainda que não aconteça. O amor confunde para se chegar ao mistério. Embaralha para não se ouvir. Perde-se no próprio amor a capacidade de amar. Amor é comer a fruta do chão. O chão da fruta. O amor queima os papéis, os compromissos, os telefones onde havia nomes. O amor não se demora em versos, se demora no assobio do que poderia ser um verso. O amor é uma amizade que não foi compreendida, uma lealdade que foi quebrada. O amor é um desencontro por dentro.''

(Fabrício Carpinejar)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Para o amor, um banco de praça já basta.
Ou ficar na frente de um portão.
Ou uma xícara de café. 
Amor mesmo é um filme de baixo orçamento".