"O que na
verdade permanece além do que já foi dito sobre o amor?
Toda a minha vida foi catalogada em amores que tive, cultivei ou gostaria de ter.
Falando sobre os que tive, não tenho muito a dizer, tenho pouco e talvez seja tudo.
Amei e fui muito bem amada. Sobre isso, não poderei reclamar.
Mas foi um amor, um único, excepcional, amor que veio atravancou a minha vida, atingiu a minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos uma história.
Aquela que só nos ousamos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio fala alto, de uma forma controversa.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem dentro da gente.
Mas então, num fim de tarde de um dia e um ano qualquer, tropicamos nesse amor já supostamente esquecido.
Entendemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará sendo a nossa referencia afetiva mais sincera e intensa.
Não é doença, muito menos obsessão. Alias não é nada, só amor. Amor dos bons, dos únicos e admiráveis. Dos que acontecem poucas e raras vezes na vida. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas, quase como uma obrigação.
Que alma consegue cruzar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido? Mas me diga, que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais bonito, mais intenso e transformador que o amor.
Ele transcende e purifica, enlouquece e cura, envolve e fica, liberta e aprisiona, não nessa sequencia, mas desta forma, quase como sem explicação.
Quando acontece é um som grave que penetra aos ouvidos, mas que invade e permanece no coração. Não compliquem e nem dificultem o sentimento mais inexplicável e influente de todos. Aceite que ele chegue, se ancore e se abrigue.
Pois, o resto são disparates, asneiras e besteiras meninos.. besteiras apenas".
Toda a minha vida foi catalogada em amores que tive, cultivei ou gostaria de ter.
Falando sobre os que tive, não tenho muito a dizer, tenho pouco e talvez seja tudo.
Amei e fui muito bem amada. Sobre isso, não poderei reclamar.
Mas foi um amor, um único, excepcional, amor que veio atravancou a minha vida, atingiu a minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos uma história.
Aquela que só nos ousamos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio fala alto, de uma forma controversa.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem dentro da gente.
Mas então, num fim de tarde de um dia e um ano qualquer, tropicamos nesse amor já supostamente esquecido.
Entendemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará sendo a nossa referencia afetiva mais sincera e intensa.
Não é doença, muito menos obsessão. Alias não é nada, só amor. Amor dos bons, dos únicos e admiráveis. Dos que acontecem poucas e raras vezes na vida. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas, quase como uma obrigação.
Que alma consegue cruzar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido? Mas me diga, que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais bonito, mais intenso e transformador que o amor.
Ele transcende e purifica, enlouquece e cura, envolve e fica, liberta e aprisiona, não nessa sequencia, mas desta forma, quase como sem explicação.
Quando acontece é um som grave que penetra aos ouvidos, mas que invade e permanece no coração. Não compliquem e nem dificultem o sentimento mais inexplicável e influente de todos. Aceite que ele chegue, se ancore e se abrigue.
Pois, o resto são disparates, asneiras e besteiras meninos.. besteiras apenas".
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