Andam dizendo por aí que o amor não mais existe que o amor é uma farsa, que o amor foi inventado. Tolos! Mal sabem que o amor foi quem os criou, que o amor é demasiadamente grande pra se ter nas mãos, que o amor é coisa de “gente crescida”. Amor se agarra sim, mas com o coração. É patético pensar que o amor não existe, é patético pensar que o amor é irreal. Amor é surreal. Amor é sublime. Amor é alimento.
Um dia distraído e assim sem querer, vão te apertar as mãos, olhar nos teus olhos e dizer “eu te amo”. Aí sim, você vai perceber que o amor estava encostado, pedindo pra sair, pedindo pra ser visto, pra ser notado, mas ele sempre existiu independentemente de onde esteve. O amor é isso. É simples, notório, patético e real.

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